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Uma mulher com a felicidade de ter Jesus no coração e um profundo desejo de servi-lo da forma que Ele mais quer, que é amando meu próximo como a mim mesma. Este é o meu chamado: AMAR e SERVIR! Com a graça de Deus e Sua infinita misericórdia, conseguirei seguir adiante e cada dia mais deixar que Jesus vá me direcionando para onde é de Sua vontade. SEJAM BEM-VINDOS!!
"E tudo quanto fizerdes, fazei-o de coração, como ao Senhor, e não aos homens, sabendo que do Senhor recebereis como recompensa a herança." (Colossenses 3:23, 24)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

"A guerra dos verbos"

Paz amigos!

Recebi mais este texto por e-mail e compartilho com vocês: A IMPORTÂNCIA DO "SER", que não é e nunca será pelo "TER"  ou "FAZER". E no final, como sabemos, tudo se resume no AMOR.

Muito legal!


A GUERRA DOS VERBOS


        O "ser", o "ter" e o "fazer"! Talvez esses três verbos resumam a luta intensa do ser humano durante toda a sua existência em busca de uma resposta para as três perguntas que clamam por resposta em seu coração: "De onde vim? Por que vim? Pra onde vou?"; Ou seja, qual o significado da vida?
        Aquele que "É", (“...EU SOU O QUE SOU...” Ex.3:14), nos deixa claro que o propósito de nossa criação é o "ser"; (“...nos predestinou para serem conforme à imagem de seu Filho...” Rm.8:29).  Mas isto só é possível Nele, que “É”; pois o seu Filho Jesus ao encarnar veio manifestar o que é o "ser" (“...o Filho é o resplendor da sua glória e a expressa imagem da Sua pessoa"...Hb.1:3), e ainda noutro lugar de Jesus é testificado (“...Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação. Pois Nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis...” Cl.1:15,16).
        A grande desgraça da humanidade foi cair na sedutora proposta daquela serpente em querer "ser" o que não "é" (“...e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal...”), desejo este, já manifestado no seu coração, quando essa víbora ainda era um "querubim da guarda”(“...Tu eras querubim da guarda...” Ez.28:14; “...Tu dizias no teu coração: eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono...subirei acima das mais altas nuvens; serei semelhante ao altíssimo". Is.14:13,14).
        No coração do "querubim da guarda", a “antiga serpente”, brotou o desejo de "ser o que não é" ou de "não ser o que é", no qual o homem também manifestou este desejo, a criatura querendo ser o criador (“...mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram a criatura em lugar do Criador...” Rm.1:25), isso se chamaria ORGULHO ou VAIDADE. E nesse desejo nasceria o abismo entre a criação e o criador, o PECADO. Nasceria também o título dessa reflexão, pois não mais podendo "ser", o homem buscaria no "ter" e no "fazer", o propósito para sua existência. (“Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.” Gn.3:7)
        E tão sutil é essa guerra que se pode tentar "ser" usando o "Ser", para "ser", que na verdade são "ter" e "fazer": (“...Senhor, não profetizamos em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos milagres?"Mt.7:23; "...ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos... e ainda que tivesse o dom de profecia...e tivesse toda a fé...e distribuísse toda minha riqueza...e entregasse meu corpo para ser queimado...se não tiver amor, nada serei." ICor.13:1-3).
        O “ter” e o “fazer” não podem trazer o “ser”, ainda que esse “fazer” seja “pra Deus”, como vimos acima. E o “ser” não necessariamente traz o “ter”, porque: (“O reino de Deus não vem com aparência exterior...porque o reino de Deus está entre vós.”; e “Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. Rm.14:17).
  
        Obras, só tem valor para Deus se feitas por fé, mas fé é uma reação e não uma ação, a fé que vem da revelação “Rhema” e não da escrita “logos”. A fé “rhema” é o critério de Deus. (“Creu Abraão... e isso lhe foi imputado como justiça... àquele que faz qualquer obra não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida...Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça.” Rm.4:3-5). O problema que só pregamos a justificação pela fé quanto a salvação, mas esquecemos que é pela mesma fé que também devemos crescer e que seremos galardoados. (“Como, pois, recebestes o Senhor Jesus Cristo, assim também andai nele...” Cl.2:6)
O propósito de ser está no "Ser", e se “Deus é amor”, o "Ser" está no Amor, e para Amar tem que ser livre; a liberdade está em ser humilde, e a humildade está em ser simples; a simplicidade está em sercomo uma criança. (“...se não vos converterdes e não vos tornardes como esta crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus".Mt.18:3). E esse caminho de nos tornar semelhante ao "cordeiro de Deus" (“Foi levado como a ovelha para o matadouro; e, como está mudo o cordeiro diante do que o tosquia, assim não abriu a sua boca” At.8:32), só o Espírito Santo pode operar esse milagre de “ser” Nele.(“...porque o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado". Rm.5:5).
        Gostaria de encerrar essa breve reflexão com as palavras de uma grande serva de Deus nascida no século XIX, Jessie Penn Lewis:

“O mais elevado propósito de Deus no crente não é fazer dele um instrumento poderosamente útil, mas sim produzir nele a mais plena manifestação de Cristo Jesus em cada aspecto do Seu caráter.”


por Renato Montuani

FRUTOS DO ESPÍRITO

OLÁ QUERIDOS AMIGOS!
PAZ A TODOS!

LI ESTE TEXTO E GOSTEI MUITO, POR ISSO RESOLVI COMPARTILHÁ-LO COM VOCÊS.

COMO SERÁ MAGNÍFICO O DIA EM QUE CONSEGUIRMOS TODOS ESTES FRUTOS ABENÇOADOS...

PAZ!

     
    Andando no Espírito (Gálatas 5:22-23)
     

Muitas passagens do Novo Testamento ensinam que os seguidores de Cristo precisam remover o mal de suas vidas. Temos que crucificar a carne ". . . com as suas paixões e concupiscências" (Gálatas 5:24). Algumas vezes, as pessoas não entendem tais instruções e pensam que a vida de um cristão é vazia, despojada de todo o prazer. Mas Deus não tem intenção de deixar um vazio, de tornar nossas vidas vácuos sem significado. Quando ele nos diz que precisamos remover o pecado, ele também nos mostra outras coisas ­ que são muito melhores ­ para encher nossas vidas e fazê-las mais ricas. Por exemplo, quando Paulo disse a Timóteo: “Foge, outrossim, das paixões da mocidade”, ele imediatamente acrescentou esta instrução positiva para encher o vazio: "Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor" (2 Timóteo 2:22). Ele tinha que remover o mal, mas imediatamente lhe foi dito que pusesse o bem no seu lugar.
Gálatas 5 torna esta distinção muito clara. Precisamos crucificar a carne, removendo suas obras de nossas vidas (versículos 19-21). Mas Paulo não parou aí. Ele continua essa lista de obras proibidas com uma descrição do "fruto do Espírito" (versículos 22-23). Aqueles que vivem no Espírito devem andar no Espírito. Devemos desenvolver cada uma destas qualidades como uma parte de nossa personalidade. O fruto do Espírito tem que ser produzido na vida de cada seguidor de Cristo. Consideremos as nove características do fruto do Espírito, para ajudar-nos a desenvolver estas atitudes quando procuramos viver e andar no Espírito.

 
O Fruto do Espírito (Gálatas 5:22-23)
 

Amor: é o amor puro, desprendido, sacrificial, que Deus mostra para conosco. A única maneira de aprendermos este amor é olhando para seu exemplo. Em 1 João 4:7-12, lemos: "Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. Nisto se manifestou o amor de Deus em nós; em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste of amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros. Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado."

  • Sabemos, pelo exemplo de Deus, como amar. Este amor sempre procura o melhor para aqueles que são amados. Deus procurou o melhor para nós quando deu seu Filho. O esposo que ama sua esposa procura cuidar dela e protegê-la, até ao ponto de sacrificar sua vida para salvá-la (Efésios 5:25). O discípulo que ama Cristo obedece a tudo que o Senhor ordenou (João 14:15). Mas o imitador de Deus que ama seus inimigos não procura destruí-los, mas ajudá-los e salvá-los (Mateus 5:43-48). Não há maior desafio nas escrituras do que amar como Deus ama. Em contraste com as paixões da carne, vazias e passageiras, este amor é eterno (1 Coríntios 13:13).
 
Alegria:  descreve o privilégio de regozijar em Cristo, apreciando as maravilhosas bênçãos de nossa relação com ele. Esta alegria não é dependente de nossas circunstâncias físicas. Dinheiro não compra esta alegria. Um dos livros do Novo Testamento que fala mais claramente sobre alegria foi escrito por um homem que sofreu muito. Enquanto ele estava na prisão, onde às vezes lhe faltava o essencial, Paulo escreveu a seus irmãos em Filipos: "alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos" (Filipenses 4:4; veja também 3:1; 1 Tessalonicenses 5:16). Muitas pessoas pensam que tal felicidade depende das circunstâncias. Até mesmo muitas igrejas falam tanto de saúde física e bênçãos materiais que dão a impressão de que essas coisas são necessárias à felicidade. A prosperidade física é nada mais do que um substituto barato e temporário para a alegria real que encontramos em Cristo. Os verdadeiros cristãos não consideram cada provação e dificuldade como um sinal de infidelidade ao Senhor, mas percebem que tais provações são ocasiões para alegria e oportunidades para crescimento espiritual (Tiago 1:2-4). Nossa alegria vem de Cristo, que é totalmente suficiente, não da temporária prosperidade material.
 
Paz: é a sensação de bem-estar e tranqüilidade que resulta de nossa amizade com Deus. Numa de suas horas mais difíceis, Jesus falou com seus apóstolos a respeito de sua partida. Ele tinha que ir embora, para completar sua missão. Mas o próprio pensamento desta partida afligia profundamente os apóstolos. Nesse contexto, ele lhes deu esta segurança: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize" (João 14:27). Jesus não está fisicamente presente neste mundo, mas nos deixou sua paz!
 

Longanimidade: é a capacidade de pensar antes de agir. Deste modo, demonstramos paciência e perseverança. Por causa da sua longanimidade, Deus tem dado tempo suficiente ao homem para se arrepender de seus pecados (2 Pedro 3:9,15). Ele não quer condenar ninguém, então procura a reconciliação com cada pecador. Paulo nos diz que a mesma atitude deveria governar nossas relações com nossos irmãos (Efésios 4:2). Em vez de escapar com raiva ou agir despeitadamente para ferir aquele que nos feriu, deveríamos pacientemente mostrar nosso amor e procurar reconciliar com essa pessoa. Tal atitude melhorará nossas relações em todos os aspectos. Você pode imaginar como poderiam as igrejas e famílias serem mais fortes e mais felizes se cada membro praticasse a longanimidade verdadeiramente?
 

Benignidade: é a bondade de Deus, que é melhor ilustrada por suas ações para nos salvar quando estávamos profundamente enterrados no pecado. Paulo mostra este ponto em Tito 3:3-7. Deus nos viu em pecado, como escravos de todo tipo de desejo ruim e totalmente incapazes de nos salvarmos. Por causa de sua benignidade e amor, ele nos abençoou ricamente através de seu Filho e do Espírito Santo e resgatou-nos do pecado. Agora, em vez de sermos escravos, somos herdeiros, com uma esperança de vida eterna! É assim que Deus mostra benignidade. Temos que imitar tal bondade, mesmo para com nossos inimigos!
 

Bondade: é semelhante a benignidade. Esta palavra ressalta a generosidade em dar mais do que alguém merece. É a palavra que Jesus usou para descrever o homem que pagou ao seu empregado mais do que seu trabalho realmente valia (Mateus 20:15). Os cristãos não devem ser pessoas avarentas, tão preocupadas com o que é "certo" que perdem a capacidade de ser generosas e dar mais do que uma pessoa realmente merece. Deus é generoso para conosco. Podemos ser generosos para com outros.
 

Fidelidade: é a lealdade que mantém sua palavra, cumpre suas promessas e não trai os outros. Empregados devem mostrar esta qualidade em seu trabalho (Tito 2:10). Aqueles que ensinam o evangelho têm que mostrar fidelidade em seu uso da palavra, percebendo que serão julgados por Deus (2 Timóteo 2:2: 1 Coríntios 4:1-4).
 

Mansidão: é algumas vezes confundida com fraqueza e timidez, mas esta qualidade nunca é fraca. Mansidão, ou brandura, é a força sendo dominada. Moisés e Jesus eram mansos, mas mostravam força para enfrentar as autoridades poderosas de seu tempo e condenar claramente seus pecados. O cristão tem que mostrar sua sabedoria com mansidão (Tiago 3:13). Esta é a atitude da submissão humilde, dominada, com a qual temos que estudar a Bíblia (Tiago 1:21). É a atitude que os seguidores de Cristo têm que mostrar quando resgatam um irmão que recaiu no pecado (Gálatas 6:1; 2 Timóteo 2:25).
 

Domínio próprio: é a capacidade de governar nossos próprios desejos. Diferente da pessoa que anda na carne, como um escravo de paixões pecaminosas, o servo do Senhor deve mostrar o domínio próprio (2 Pedro 1:6). Esta característica nos capacita a negar nossos desejos carnais. A pessoa que aprende a se dominar é capaz de vencer os vícios e maus hábitos que governam as vidas de muitas pessoas que continuam a andar na carne.

 
Andando no Espírito
 

As obras da carne (Gálatas 5:19-21) são todas contra a vontade de Cristo, o fruto do espírito é inteiramente lícito:"Contra estas cousas não ha lei" (23). Paulo encerra esta parte relembrando-nos que aqueles que pertencem a Cristo crucificaram as paixões da carne. Seus servos vivem e andam no Espírito, demonstrando as qualidades reveladas nas Escrituras como características piedosas de verdadeiros cristãos. Procuremos todos entender estas qualidades para que possamos viver e andar com Jesus, agora e eternamente!


­por Dennis Allan